Sinto a tua falta.
Sinto que estou num buraco,
Tu estas em cima,
Estico o braço, salto...
Mas não te consigo tocar.
Tive tudo o que poderia querer.
Mas...
Deixei fugir,
Deixei escapar...
Sei que mereço.
Tudo o que gostava de ter,
Era o que tinha,
O que desperdicei.
Só me podes dar o que sempre deste.
Nao sei se o mereço.
Sei que tudo o que me deres é mais do que mereço,
Por isso, tudo que me deres, eu agradeço.
Não imagino a minha vida sem ti,
Acordar, olhar para o lado e ver a tua foto.
A força que me ajuda a levantar de manha,
A voz que gosto de ouvir,
Os braços que me aquecem...
Tu.
O teu cabelo,
As tuas mãos,
A tua voz.
Não me imagino sem ti.
Mas tenho de aceitar a tua decisão.
Tenho de aceitar que estraguei as coisas.
Tenho de aceitar que pode acabar.
Sinto-me feliz so por te ter conhecido,
Sinto-me rico pelo tesouro que que encontrei.
Sinto-me...
sábado, 25 de dezembro de 2010
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
domingo, 19 de dezembro de 2010
O rio que somos
Nós somos um Rio.
Um Rio que nasceu pequeno,
Um rio que ganhou força a medida que avançava.
Todos os rios nascem pequenos,
Num pequeno riacho,
Perdido numa qualquer serra.
Todos eles crescem, alguns mais do que outros.
Os que ficam dentro da aldeia, continuam felizes,
Na sua mais pura ignorância de algo maior.
Os que ambicionam o Mar, os que crescem mais,
São os Rios que lutam contra as dificuldades.
Os Rios que passam nas pedras, que se infiltram na terra.
São os Rios que não desistem.
Por isso, somos um Rio.
Um Rio que lutou, e que triunfou.
Somos um rio que chegou ao Mar.
Somos o Rio mais singular de todos.
Pois não há nenhuma pedra, ou barragem,
Que nos faça desistir.
Podemos lutar contra ela mais tempo do que desejavamos,
Mas nunca desistimos.
Pois somos mais do que os que fracaçam.
Somos nós, com todos os nossos defeitos,
E com todas as nossas qualidades.
Somos nós.
Um Rio que nasceu pequeno,
Um rio que ganhou força a medida que avançava.
Todos os rios nascem pequenos,
Num pequeno riacho,
Perdido numa qualquer serra.
Todos eles crescem, alguns mais do que outros.
Os que ficam dentro da aldeia, continuam felizes,
Na sua mais pura ignorância de algo maior.
Os que ambicionam o Mar, os que crescem mais,
São os Rios que lutam contra as dificuldades.
Os Rios que passam nas pedras, que se infiltram na terra.
São os Rios que não desistem.
Por isso, somos um Rio.
Um Rio que lutou, e que triunfou.
Somos um rio que chegou ao Mar.
Somos o Rio mais singular de todos.
Pois não há nenhuma pedra, ou barragem,
Que nos faça desistir.
Podemos lutar contra ela mais tempo do que desejavamos,
Mas nunca desistimos.
Pois somos mais do que os que fracaçam.
Somos nós, com todos os nossos defeitos,
E com todas as nossas qualidades.
Somos nós.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Asas de...
Quando nasci não sabia Voar.
As minhas asas eram pequenas,
Pequenas demais para mim.
Com o tempo... aprendi a andar,
Mas queria mais, queria Voar... para longe.
Para um Sítio que eu imaginasse.
Voei várias vezes... mas cai.
Um "baque" seco ecoava em mim cada vez que caia.
Mas levantava-me, limpava o pó, e tentava de novo.
Voltava a cair.
Foi assim durante anos e anos...
Até que um dia, quando espera o "baque" de novo,
Ele não aconteceu...
Em vez disso, senti em mim uma nova vida,
Como se estivesse seguro a algo.
Estava a Voar.
Com o tempo, as minhas asas ficaram maiores (pensava eu),
Ganhei força para me erguer no ar.
O meu espanto, foi quando reparei que as asas já não existiam...
Em vez disso, eras tu que me seguravas, e impedias de cair.
As minhas asas continuavam pequenas,
Eu continuava sem força para Voar...
Para Voar sozinho.
Em vez disso, agora voo contigo.
Foste tu que me ajudaste a Voar, es tu que me seguras.
Sem ti, apenas mais "baque", apenas mais tentativas falhadas.
És as minhas asas, és a força que as move,
Sem ti, apenas...Nada
As minhas asas eram pequenas,
Pequenas demais para mim.
Com o tempo... aprendi a andar,
Mas queria mais, queria Voar... para longe.
Para um Sítio que eu imaginasse.
Voei várias vezes... mas cai.
Um "baque" seco ecoava em mim cada vez que caia.
Mas levantava-me, limpava o pó, e tentava de novo.
Voltava a cair.
Foi assim durante anos e anos...
Até que um dia, quando espera o "baque" de novo,
Ele não aconteceu...
Em vez disso, senti em mim uma nova vida,
Como se estivesse seguro a algo.
Estava a Voar.
Com o tempo, as minhas asas ficaram maiores (pensava eu),
Ganhei força para me erguer no ar.
O meu espanto, foi quando reparei que as asas já não existiam...
Em vez disso, eras tu que me seguravas, e impedias de cair.
As minhas asas continuavam pequenas,
Eu continuava sem força para Voar...
Para Voar sozinho.
Em vez disso, agora voo contigo.
Foste tu que me ajudaste a Voar, es tu que me seguras.
Sem ti, apenas mais "baque", apenas mais tentativas falhadas.
És as minhas asas, és a força que as move,
Sem ti, apenas...Nada
sábado, 11 de dezembro de 2010
Levada pelo vento.
Como uma palavra pode mudar tudo...
Uma simples palavra,
Algo tão banal como letras,
Sons que quando combinados
Formam algo de especial.
Era essa palavra que eu esperava,
A palavra que não me disseste
A palavra que eu queria ouvir,
Queria ouvir de ti...
Apenas de ti...
Nunca a ouvi...
Esperei...
Esperei pela palavra,
Mas ela não veio.
Nunca a ouvi...
É verdade que nunca a disseste.
Mas é verdadade que nunca a sentiste?
Que nunca a desejaste poder dizer sem teres medo?
Sem teres medo de te magoares, ou de te desiludires?
Acredito que sim...
Acredito que a sentiste, e que a guardaste para ti.
Acredito que a querias dizer.
Acredito que tinhas medo.
E eu deixei passar...
Sempre ao lado, sem dar importância,
Sem me dedicar como devia,
A quem devia,
A ti.
A minha razão de ser.
O vento passou, e levou...
Eu, na mais pura ingenuidade,
Empurrei na direcção do vento.
Empurrei o que mais belo eu tinha na vida,
Tu...
Foste o mais especial que ja tive.
Mas o vento levou-te, e eu nada fiz contra.
O que fiz eu para te prender?
Nada, apenas deixei o vento soprar na direcção que queria,
Não dei um único passo contra,
Fui com a tempestade, deixei me ir.
Agora que foste, estou sozinho.
Estou apenas comigo,
Vazio, e sem rumo.
Pois o vento que te levou, não te trouxe de volta.
E já não sinto esse vento que me empurrava na vida.
Estou perdido sem ti...
Uma simples palavra,
Algo tão banal como letras,
Sons que quando combinados
Formam algo de especial.
Era essa palavra que eu esperava,
A palavra que não me disseste
A palavra que eu queria ouvir,
Queria ouvir de ti...
Apenas de ti...
Nunca a ouvi...
Esperei...
Esperei pela palavra,
Mas ela não veio.
Nunca a ouvi...
É verdade que nunca a disseste.
Mas é verdadade que nunca a sentiste?
Que nunca a desejaste poder dizer sem teres medo?
Sem teres medo de te magoares, ou de te desiludires?
Acredito que sim...
Acredito que a sentiste, e que a guardaste para ti.
Acredito que a querias dizer.
Acredito que tinhas medo.
E eu deixei passar...
Sempre ao lado, sem dar importância,
Sem me dedicar como devia,
A quem devia,
A ti.
A minha razão de ser.
O vento passou, e levou...
Eu, na mais pura ingenuidade,
Empurrei na direcção do vento.
Empurrei o que mais belo eu tinha na vida,
Tu...
Foste o mais especial que ja tive.
Mas o vento levou-te, e eu nada fiz contra.
O que fiz eu para te prender?
Nada, apenas deixei o vento soprar na direcção que queria,
Não dei um único passo contra,
Fui com a tempestade, deixei me ir.
Agora que foste, estou sozinho.
Estou apenas comigo,
Vazio, e sem rumo.
Pois o vento que te levou, não te trouxe de volta.
E já não sinto esse vento que me empurrava na vida.
Estou perdido sem ti...
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
O sonho
Não...
Não me deixes sonhar mais.
Acorda-me!
Este sonho que me atormenta,
Que me deleita e ilumina.
Um sonho bom e mau,
Um sonho real.
Se me acordares, o que acontece?
Talvez o mau desapareça,
Talvez o bom desapareça.
Ou mesmo ambos.
E depois?
O que acontece?
O Vazio...
Então deixa-me dormir.
Viver o sonho.
O sonho comanda a vida.
A vida es tú.
O sonho é sobre ti.
O que ha para além de ti?
O Vazio...
Por isso,
Deixa-me dormir.
Um dia, o sonho vai acabar.
Mas, até esse dia,
Deixa-me sonhar.
Enquanto sonho estou contigo,
Se estou contigo, estou feliz.
Não quero que acabe.
Deixa-me dormir.
Deixa-me sonhar para sempre.
Para sempre...
Não me deixes sonhar mais.
Acorda-me!
Este sonho que me atormenta,
Que me deleita e ilumina.
Um sonho bom e mau,
Um sonho real.
Se me acordares, o que acontece?
Talvez o mau desapareça,
Talvez o bom desapareça.
Ou mesmo ambos.
E depois?
O que acontece?
O Vazio...
Então deixa-me dormir.
Viver o sonho.
O sonho comanda a vida.
A vida es tú.
O sonho é sobre ti.
O que ha para além de ti?
O Vazio...
Por isso,
Deixa-me dormir.
Um dia, o sonho vai acabar.
Mas, até esse dia,
Deixa-me sonhar.
Enquanto sonho estou contigo,
Se estou contigo, estou feliz.
Não quero que acabe.
Deixa-me dormir.
Deixa-me sonhar para sempre.
Para sempre...
Subscrever:
Mensagens (Atom)



