O passado devia ficar no passado. E fica…na maior parte das vezes. Infelizmente, esta não foi uma dessas belas situações em que isso acontece.
Sim, o passado é passado. Mas o que devemos fazer quando o passado se prolonga para o presente? A resposta e simples, devemos trata-lo como passado. Mas do dever ao fazer vai uma grande distância. Uma distancia tão grande como do passado ao presente, uma distancia tão grande como de recordar a esquecer.
Não sei bem como explicar a situação, é algo incomodo, desconfortável, e como sentirmo-nos enganados, quando na realidade, essa não era a intenção. Apenas uma consequência do passado. Um passado que não soube ser passado. Um passado que é passado, presente, e será futuro se não o evitarmos.